Nos séculos II-IV, pais da igreja como Justino Mártir e Irineu de Lyon relataram a continuidade de curas e profecias, embora a prática fosse se reduzindo conforme a Igreja se institucionalizava. Esses mesmos relatos seriam lidos, séculos depois, tanto por cessacionistas quanto por continuístas como prova de suas próprias posições.
No início do século XX, Benjamin B. Warfield sistematizou a tese de que os milagres foram "credenciais" restritas à era apostólica, cessando com o fechamento do cânon. Hoje, John MacArthur e o Ministério Ligonier popularizam o Cessacionismo em livros e no YouTube.
Em paralelo, autores como Craig Keener, Jack Deere e Sam Storms defendem a continuidade dos dons sem, necessariamente, adotar a doutrina pentecostal do batismo no Espírito como experiência subsequente, o Continuísmo.
Em 1901 e 1906, Charles Parham e o Avivamento da Rua Azusa, liderado por William Seymour, lançaram o Pentecostalismo moderno. Em 1911, Daniel Berg e Gunnar Vingren fundaram as Assembleias de Deus no Brasil, em torno das quatro verdades centrais da mensagem pentecostal: Jesus salva, cura, batiza com o Espírito Santo e em breve voltará.
