No século V, Agostinho de Hipona já defendia a incapacidade total do homem após a queda. Em 1525, Lutero radicalizou essa incompatibilidade em O Servo-Arbítrio, e João Calvino sistematizou a soberania de Deus na salvação nas Institutas da Religião Cristã.
Em 1591, Jacó Armínio, educado sob Teodoro de Beza, sucessor de Calvino, passou a divergir da predestinação incondicional. Após sua morte, em 1610, 44 seguidores liderados por Johannes Wtenbogaert redigiram os "Cinco Artigos dos Remonstrantes". Em 1618-1619, o Sínodo de Dort condenou essas posições como heresia e formulou os Cânones de Dort, base dos "Cinco Pontos do Calvinismo" (TULIP).
