Versículos 5–7 · A Advertência

Três Sentenças da História

Judas convoca a memória da igreja. Três vezes, no passado, a rebeldia foi julgada, e essas histórias permanecem como sinais para os que hoje torcem a graça.

Quero lembrar-vos, ainda que já o sabeis, que o Senhor, havendo salvo o povo, tirando-o da terra do Egito, depois destruiu os que não creram.

Judas 5

Três advertências

Salvos um dia, julgados depois.

  1. 01

    Judas 5 · O Deserto

    O povo que foi salvo e não creu

    Israel atravessou o mar e viu as pragas, e ainda assim, no deserto, a incredulidade o destruiu. Ter sido resgatado não é o mesmo que perseverar. A libertação exige fé que continua.

  2. 02

    Judas 6 · Os Anjos

    Os que não guardaram o seu lugar

    Anjos que abandonaram a própria dignidade e deixaram a sua morada foram reservados em cadeias eternas para o juízo. Nem a altura da origem protege quem despreza o lugar que Deus lhe deu.

  3. 03

    Judas 7 · Sodoma e Gomorra

    As cidades postas por exemplo

    Sodoma, Gomorra e as cidades vizinhas, entregues à impureza, ficaram «postas por exemplo, sofrendo a pena do fogo eterno». O que parecia liberdade tornou-se sinal permanente de juízo.

A graça que liberta não é licença para perecer.

Judas 5 · 7

Os três exemplos não são escolhidos ao acaso. Cada um descreve alguém que esteve dentro, o povo redimido, os anjos do céu, cidades sob a paciência de Deus, e que, mesmo assim, caiu. Judas os reúne para que a igreja entenda a gravidade do momento: o privilégio não dispensa a vigilância.