Pergunte a alguém hoje se existe uma verdade absoluta e, muitas vezes, a resposta virá embrulhada em tolerância: "o que é verdade para você pode não ser para mim". A frase parece nobre. Ela promete paz, respeito, fim das brigas. Mas, quando aplicada à Palavra de Deus, ela faz algo silencioso e grave: rebaixa a revelação ao nível de preferência.
O relativismo, em essência, ensina que não há verdade válida para todos, apenas verdades pessoais, culturais, do momento. Transportado para a fé, ele sussurra que a Bíblia não revela a realidade, apenas sugere um caminho entre muitos. Cada leitor vira autor; cada gosto vira critério.