Os Ensinos Centrais de 1 Pedro
A vida do cristão pode ser resumida como um chamado à vitória e à glória — pelo caminho do sofrimento.
Por Que Estudar 1 Pedro
Razão Um
Pedro escreve para encorajar seus leitores a suportar o sofrimento e a perseguição, entregando-se inteiramente a Deus (4.19). Assim como Cristo sofreu e depois entrou na glória, assim também seus seguidores sofrerão antes de serem exaltados.
Razão Dois
Os cristãos precisam de um sacerdócio para interceder por eles (2.5–9)? Qual deve ser a atitude para com o governo secular (2.13–17)? Como um funcionário cristão deve se relacionar com um empregador hostil (2.18)? Como pode uma esposa crente ganhar seu marido não salvo a Cristo (3.1–2)?
Razão Três
As provações produzem alegria porque são passageiras (1.6); sofrer por fazer o certo exige estar preparado para dar testemunho da fé (3.14–15); o sofrimento, como fogo refinador de Deus, produz crescimento espiritual — por isso a resposta certa é confiar a vida a Deus, que é fiel (4.19).
Cenas e Ensinos Marcantes
1 Pedro 1.3–9
Pedro compara as provações às fornalhas ardentes nas quais o ourives derrete o metal precioso para se livrar das impurezas. O fato de a salvação ser real nos permite sentir alegria apesar da dor.
"…para que fique comprovado que a fé que vocês têm é genuína." (1.7)
1 Pedro 2.5–10
Pedro usa conceitos do Antigo Testamento para enfatizar os privilégios do crente. O papel do sacerdote não é eliminado, mas alterado: o centro é "anunciar as grandezas daquele que os chamou das trevas para a sua maravilhosa luz".
"Vocês são geração eleita, sacerdócio real, nação santa." (2.9)
1 Pedro 2.21–25 e 3.13–18
Jesus é o exemplo perfeito de quem sofreu injustamente. O que parecia a maior injustiça da história foi usado por Deus para trazer salvação. Se Ele pôde usar isso para tão grande bem, pode usar as injustiças que nos acontecem para o bem também.
"Cristo sofreu pelos pecados… o justo pelos injustos." (3.18)
1 Pedro 1.13–25
Deus tem uma ideia muito diferente de como devem ser os seguidores de Jesus: cheios de esperança e santos (1.13–16), com profundo respeito por Deus (1.17–21) e amando uns aos outros (1.22–25). Tudo isso é fruto de terem nascido de novo.
"Sejam santos, porque eu sou santo." (1.15–16)
1 Pedro 4.12–19
Os cristãos não devem se surpreender com o sofrimento. De certo modo, ele permite que nos aproximemos mais de Cristo, que sofreu antes de nós.
"Confiem sua vida ao seu fiel Criador e pratiquem o bem." (4.19)
A dor, entregue a Deus, deixa de ser acaso e se torna refino.
1 Pedro 4.19