Parte V · Considerações Finais (6.11, 18)
A mesma carta que abalou a Galácia voltaria, séculos depois, a abalar o mundo. Aqui Paulo conclui pela própria mão, e a história escuta.
A Carta em Cinco Atos
Gálatas 1.1, 2.21
Paulo prova que seu evangelho veio por revelação direta de Jesus e que sua autoridade foi reconhecida pelos pilares da igreja em Jerusalém.
Gálatas 3.1, 4.11
Usando Abraão, demonstra que a promessa de Deus sempre foi recebida pela fé, e não pelo cumprimento da lei mosaica.
Gálatas 4.12, 31
Apela ao vínculo pessoal com os gálatas e usa a alegoria de Hagar e Sara para contrastar escravidão e liberdade.
Gálatas 5.1, 6.10
Ensina a usar a liberdade para servir em amor, contrastando as obras da carne com o fruto do Espírito.
Gálatas 6.11, 18
Resume a pregação da cruz e exorta os crentes a viverem como uma nova criação.
O Legado
Liberdade
A salvação em Cristo é libertação total, do medo, do destino e das regras obsoletas que escravizavam a consciência.
Amor
O amor é o único parâmetro da liberdade absoluta, servindo como o cumprimento pleno de toda a lei.
Gálatas 6.17
Paulo encerra dizendo que traz no corpo os estigmas, as marcas de seus sofrimentos por Cristo, selo de quem serve a um só Senhor.
Gálatas 6.15
Rituais externos não têm valor. O que importa é a transformação interior operada pelo Espírito Santo.
Pois nem a circuncisão é coisa alguma, nem a incircuncisão, mas o ser nova criatura.
Gálatas 6.15A justificação pela fé é a única âncora que garante que Cristo vive em nós, e nos conduz à verdadeira liberdade.